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SALA DE IMPRENSA
Associação Comercial lamenta a perda de referência empresarial
Marcio C. Medeiros
25/02/2021
Milton Tédde sempre foi presença marcante nas principais decisões da associação comercial, e a ausência é sentida - Foto: Aquivo: Milton 250221

O presidente da Associação Comercial e Industrial de Marília, Adriano Luiz Martins, lamentou a perda inesperada com o falecimento do empresário Milton Tédde, considerado como uma referência empresarial na instituição em que participou de forma muito intensa e que ultimamente era tido como um dos principais conselheiros pessoais das últimas diretorias. “Pessoa de amplo conhecimento, humanista, muito justo e bem firme nas convicções”, comentou o presidente da diretoria ao tomar conhecimento do falecimento. “Ele era marcante, e sempre onde estava, a presença dele não passava despercebida”, recordou o secretário Gilberto Joaquim Zochio, que teve oportunidade de acompanhar Milton Tédde em outras instituições, inclusive na associação comercial. 

Milton Tédde foi um empresário comprometido e envolvido com as causas do varejo. Segundo o superintendente da associação comercial, José Augusto Gomes, com quase 50 anos de atuação na entidade, a figura de Milton Tédde sempre foi de respeito, de integridade e principalmente de credibilidade. “Ele falava com os olhos”, disse o dirigente ao recordar da presença de Milton Tédde em diversas diretorias como vice-presidente, secretário, tesoureiro e conselheiro. “Não foi presidente da associação comercial porque não quis”, enfatizou José Augusto Gomes ao lembrar das palavras firmes, sinceras e contundentes de Milton Tédde, sempre que os assuntos da associação comercial eram delicados. “A liderança dele era inquestionável”, frisou o diretor. 

Para o coordenador da Acim-Saúde, João Gonçalves, a presença de Milton Tédde na associação comercial era de respeito e confiança. “Em tudo que ele se envolvida na entidade, as pessoas tinham a certeza de que era algo sério, necessário e que daria certo”, recordou o amigo de longas jornadas coorporativas em nome da associação comercial. “Não foram poucas as vezes que ele dedicou tempo, conhecimento e as vezes até dinheiro, para ajudar a associação comercial”, disse João Gonçalves demonstrando muita emoção. “O respeito que ele demonstrava com os propósitos da associação comercial era admirável”, lamentou o diretor a perda do amigo, do companheiro e do líder de classe. “Já não se encontra com facilidade pessoas com o tipo de comportamento íntegro de Milton Tédde”, frisou João Gonçalves. 

O conselheiro fiscal, Libânio Victor Nunes de Oliveira, não escondeu a tristeza com o falecimento do amigo. “Era uma pessoa que fazia bem ouvir”, recordou o ex-presidente da associação comercial. “Sempre que era preciso tomar uma decisão, ouvi-lo era uma obrigação, afinal, o olhar de Milton Tédde era sempre necessário”, comentou o dirigente da associação comercial que recorreu do amigo por diversas vezes nas duas gestões em que esteve como presidente. “Perco um amigo e uma referência”, destacou Subhi Ahmad Khalil Abu Khalil, conselheiro da associação comercial e parceiro de Milton Tédde em diversas atividades empresariais, desportiva, filantrópica e assistencialista. “Uma lacuna que não tem como ser preenchida”, disse de forma triste. “Ficamos órfãos e inseguros com a ausência dele”, acrescentou Odair Aparecido Martins, conselheiro consultivo, que acompanhou Milton Tédde em diversas composições de diretoria da associação comercial nos anos 70, 80 e 90.

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