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SALA DE IMPRENSA
Associação Comercial considera coerente decisão do Executivo
Marcio Medeiros
16/06/2020
Adriano Luiz Martins, da associação comercial, comenta nova decisão do comitê gestor de combate a pandemia - Foto: ARQUIVO: Adriano 160620

O presidente da Associação Comercial e Industrial de Marília, Adriano Luiz Martins, considerou como coerente a decisão do Poder Executivo de Marília em manter a cidade da “Faixa Laranja”, como aponta o “Plano São Paulo”, desenvolvido pelo Governo do Estado de São Paulo, diante do avanço da contaminação observado nos últimos relatórios do Comitê Gestor de Combate ao Covid-19 de Marília. “Não precisamos ter pressa em avançar”, disse o presidente da associação comercial ao prestar bem atenção nos depoimentos das autoridades de saúde da cidade. “Já estamos nos adequando a uma situação melhor e precisamos ser firmes na prevenção para que não haja recuo de atitude”, defendeu Adriano Luiz Martins ao se aprofundar mais na questão e concordar com a manutenção da forma como está apesar de ter feito algumas sugestões.

De acordo com o dirigente mariliense é perceptível o interesse de todos em fazer com que a contaminação não cresça. “Ainda sou da opinião de que o período de quatro horas deveria passar para seis, para evitar aglomerações no centro comercial”, defendeu o presidente da associação comercial, apesar de respeitar a decisão do comitê, fez a sugestão de que ao invés de quatro fossem seis o período de atendimento no comércio. “O vírus só se espalha com muitas pessoas juntas, mais tempo com as lojas abertas, menos concentração de pessoas”, explicou ao ser voto vencido e continuando com quatro horas o período de funcionamento do varejo em geral, das 10 as 14 horas. “Quatro horas prejudica todo mundo”, insistiu ao se posicionar de acordo com a insatisfação de comerciantes, comerciários e consumidores, neste sentido. “Muitas cidades já estão adotando o período de seis horas”, lembrou ao apontar Pompeia e Bastos como exemplo.

Outro ponto defendido pelo presidente da associação comercial foi quanto a ampliação do fechamento das ruas como forma de haver mais espaço para os consumidores caminharem. De acordo com Adriano Luiz Martins ruas como: 9 de Julho, Quatro de Abril, Prudente de Moraes e Coronel Galdino, poderiam ser fechadas enquanto as lojas estiverem abertas, para que haja mais espaço no caminhar, em razão das calçadas estreitas. “Já que o calçadão, que tem calçadas bem ampliadas foi interditada, essas outras ruas deveriam também ser interditadas, para que as pessoas mantivessem o distanciamento”, defendeu o dirigente, que também foi voto vencido e por enquanto somente a Rua São Luiz será interditada. “Por ser um ato administrativo, vamos continuar insistindo”, disse Adriano Luiz Martins que acredita em novos hábitos futuramente em virtude da instabilidade da pandemia.

Adriano Luiz Martins continua pedindo para todos os comerciantes da cidade que tomem todas as medidas preventivas de higienização, distanciamento e de uso constante das máscaras faciais em todo o momento em que estiverem no centro comercial. “Precisamos seguir rigorosamente os protocolos, tanto do Decreto Estadual quanto do Decreto Municipal, para evitar um rebaixamento de categoria que seria a pior situação de momento para o comércio de Marília”, disse o dirigente ao lembrar que na fase laranja bares, restaurantes e similares, além de salões de beleza e academias continuam proibidos, e o o movimento no comércio é de quatro horas. Teatros, espaços públicos e cinemas também estão proibidos nesta fase.

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