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SALA DE IMPRENSA
Brasileiros estão entre os que mais utilizam celulares
Marcio Medeiros
14/05/2020
Adriano Luiz Martins, da associação comercial, mostrando o crescimento do consumidor eletrônico nos "smartphones" - Foto: ARQUIVO: Adriano 140520

O presidente da Associação Comercial e Industrial de Marília, Adriano Luiz Martins, não se surpreendeu com o resultado de recente pesquisa que aponta os brasileiros que passaram três horas e 45 minutos, em média, utilizando aplicativos dos "smartphones" em 2019, colocando o Brasil entre os três países do Mundo que mais consomem tempo no aparelho digital. O índice é 35% maior do que em 2017. “Essa é uma característica que os empresários devem prestar atenção”, disse o dirigente mariliense ao apontar uma tendência a ser utilizada no varejo. “Precisamos atingir esse público que gosta e sabe usar os "smartphones", sendo um público que só crescerá”, disse o dirigente ao enxergar no comércio eletrônico a melhor oportunidade para o varejo em período de pandemia do Covid-19, quando o Decreto Estadual 64.881/2020 proíbe a abertura da maioria das lojas do comércio.

De acordo com a pesquisa desenvolvida o país foi superado pela China, onde as pessoas mexem com os aparelhos durante quase quatro horas, e a Indonésia, onde o tempo diário chegou a quatro horas e 40 minutos. Em seguida, vêm a Coreia do Sul (três horas e 40 minutos) e Índia (três horas e 30 minutos). Na comparação entre 2019 e 2017, a China obteve a maior ampliação (60%), seguida pela Índia, o Canadá e a França (25%), a Indonésia (20%) e o Brasil, a Alemanha, Coreia do Sul, o Japão e Reino Unido (15%). “Como comerciantes precisamos chamar a atenção deste público, e manter uma relação eletrônica com ele”, falou Adriano Luiz Martins ao observar nesta mesma pesquisa da Aple Annie, que mostra que no recorte por idade, a chamada geração “Z” (nascida entre 1997 e 2012) passou três horas e 46 minutos ligada nos "smartphones" por mês.

Outra informação que chamou a atenção do dirigente de Marília foi quanto aos aplicativos de e-commerce. “Entre 2018 e 2019, os brasileiros ampliaram em 32% a sua presença nesse tipo de ferramenta”, observou Adriano Luiz Martins, ao citar, como exemplo, o caso dos aplicativos de entrega de comida. O número de sessões nesse tipo de ferramenta entre os usuários do Brasil foi de 8 bilhões, ficando atrás dos Estados Unidos (10 bilhões) e da Indonésia (20 bilhões). “Essa é uma mudança de comportamento que nos interessa quanto ao nosso shopping virtual”, apontou o presidente da associação comercial ao indicar o endereço eletrônico: www.marilia.dakki.com.br como o local para as comercializações de produtos e serviços exclusivos de empresas de Marília. “São mais de cinco mil itens já disponíveis”, alertou ao mostrar o crescimento do e-commerce local em menos de 40 dias em atividade.

Esta mesma pesquisa mostra que entre as redes sociais, o estudo não divulgou ranking mundial, mas registrou a força do aplicativo chinês Tik Tok. A lista de mais baixados no Brasil é formada por: Whatsapp, Status Saver, Snapchat, Telegram e Hago. “Esses são alguns dos locais que devemos procurar um novo público consumidor”, falou ao mostrar o crescimento das mídias sociais em que os comerciantes devem procurar utilizar para intensificarem as vendas no varejo.

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